Musicoterapia

 

Todos nós vivemos rodeados de música. Desde criança recebemos inumerais informações musicais. Na igreja, shows nos momentos de lazer, no radio, na TV, no cinema, na escola, etc... Porém, além de ser ultilisada para lazer, educação, religião  e formador de cidadãos, a música também tem um papel importantíssimo na saúde.

Em meus estudos  filosofiafraternidade e cura. Conheci as possibilidades da música. Por isso, pesquisei sobre Musicoterapia, voltada para aquelas crianças especiais ou que estejam enfrentando sérios problemas de Saúde.

A música como terapia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                       Evento de Musicoterapia realisado  no
                                                                        Centro Lúdico de Arte Terapia - Luarttes.

 

Partindo do principio de que a Música é uma linguagem, devemos adotá-la da mesma forma com a qual adotamos a lingua falada: as crianças devem ser expostas de forma a dialogar e, por meio disso, ter os elementos musicais presentes em cada uma, despertados.

Em tese, a Musicoterapia é justamente isso, uma técnica em que a Música se traduz como parte do mundo de cada indivíduo de maneira diferenciada daquela usada comumente, com sons e ritmos capazes de expressar sentimentos.

 

Esse tipo de terapia trata as pessoas através de sons, instrumentos musicais, ruídos e até mesmo o silêncio. Ela busca desenvolver potenciais e restaurar funções do indivíduo para que ele alcance uma melhor organização interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento.

 

Cada individuo possui um ritmo interior, uma identidade sonora que as diferencia das outras pessoas e, desta forma, identificá-los e adequá-los são tarefas relacionadas ao estudo da Musicoterapia, que pode auxiliar no desenvolvimento pedagógico e em dinâmicas de grupos em salas de aula. Assim, se estabelecerá a identidade musical do grupo onde, nesse contexto, utiliza-se o Coral (já que o Canto é o único instrumento natural que todos possuímos e a maior forma de expressão da nossa personalidade)

 

 

A Música, por si só, é terapêutica. Além do poder de cura, ela reforça o organismo para agir contra as doenças, favorecendo o desenvolvimento afetivo, além de ampliar a atividade cerebral, melhorando tanto o desempenho escolar quanto contribuindo para uma melhor integração social e comunitária. Basicamente pode-se dividi-la em dois sentidos: o de evitar algo negativo e o de promover algo positivo.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Música trabalha partes específicas do cérebro, promovendo equilíbrio entre o pensar e o sentir. Por sua vez, a Melodia trabalha o emocional, a Harmonia, o racional e a inteligência. O princípio de atuação da Musicoterapia é a vibração do som, sentido pelo corpo todo do indivíduo através dos instrumentos usados na sessão.

 

Sendo assim, a Música é sempre abordada como uma experiência que promove o desejo de expressão em Ritmo e Melodia, algo que a criança pode sentir com seu corpo e conduzir para sua voz.  Assim, ao invés de ser apresentada separadamente, é colocada em seu uso natural com referência ao seu lugar imediato na experiência infantil, ou seja, o local em que é administrada.

 

A Musicoterapia pode ser explorada de diversas maneiras:

No liberar suas emoções e desenvolve sentimentos de segurança e auto-realização primeiro momento (para teste)

Posso  deixar instrumentos musicais à disposição e deixar a criança escolhê-lo; trabalhar a experimentação e imitação, a improvisação livre, composição e interpretação; coral; diálogos sonoros vocais e instrumentais; representação musical (histórias cantadas através de desenhos produzidos); percussão e expressão corporal; memória musical desenvolvida por jogos lúdicos, etc.

 

 

Ao se expressar musicalmente em atividades que lhe dão prazer, a criança demonstra seus sentimentos, , que é muito importante para seu crescimento interior, sua formação integral como pessoa e também melhora sua aprendizagem e relacionamento interpessoal.

 

Sendo assim, podemos concluir que a Educação Musical e a Musicoterapia não se contradizem, mas se potencializam e se complementam.  Elas estão muito próximas, porém, com enfoques diferentes, pois na Educação Musical o enfoque é pedagógico e na Musicoterapia é terapêutico, ou seja, numa linguagem mais simplificada a Educação Musical é a Música “de fora para dentro”, enquanto a na terapia é a Música “de dentro para fora”, e tem valor intuitivo.

 

Conhece algum musicoterapeuta ou mesmo já passou pela sua mente que isso pode ser uma solução para a qualidade de vida de sua família, aliada à medicina? Comente, de sua sugestão entre em contato conosco.

Musicoterapia com o autista sendo realisado no Equitar Therapies

A EQUITAR – Centro Brasileiro de Estudos, Desenvolvimento e Pesquisa, desde a sua criação em 1986, é comprometida com a melhoria da qualidade de vida das pessoas portadoras de necessidades especiais e vem realizando um atendimento diferenciado aos portadores de necessidades especiais 

 

Criar uma ligação entre a criança e a música, estimulando-a a buscar outras formas de expressão musical, como outros tipos de canto ou a vivência de uma música instrumental.

Esse prazer proporcionado pela música deve ser a tônica do ensino musical nesse método, e não um exercício rotineiro e maçante que pode acabar por afastar a criança da música.

Creditos de apoio :

Blog do  musicoterapeuta Santo Angelo

 

Método Kodály

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_Kod%C3%A1ly

 

 

Orff-Schulwerk

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Orff-Schulwerk

21  992071689 / 994453304